SOU e ESTOU...

SOU e ESTOU... Administrador, com CRA/PE 5379; Especialista em Gerência Empresarial - UNIVERSO/RJ; Consultor Contábil Financeiro UFPR/INDICARE; Consultor de Negócios; Perito Judicial e Extra Judicial; Prof. na Fundação Bradesco - FADURPE/UFRPE (Gestão Agropecuária e Agroindustrial, Empreendedorismo, Sustentabilidade e Administração Rural); Prof. de Espanhol; Palestrante e estudioso do Empreendedorismo, Associativismo e Cooperativismo, voltado para o DESENVOLVIMENTO LOCAL SUSTENTÁVEL.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

As 5 lições de Jim Collins…

… tido por muitos como o sucessor de Peter Drucker
Um dos mais respeitados pensadores do management mundial da atualidade revela lições para bons modelos de Administração
Por Fábio Bandeira de Mello
   Ter o reconhecimento mundial da comunidade do Management e da Administração não é tarefa das mais fáceis. Imagina, então, ser considerado por muitos o sucessor do grande maestro da Administração contemporânea. Jim Collins foi o "cara" que alcançou esse status e hoje é um dos mais respeitados pensadores do mundo management da atualidade, tido por muitos como o herdeiro de Peter Drucker.
   Suas ideias e ideais já pararam em 3,5 milhões de livros vendidos em 29 idiomas diferentes. Em palestra no HSM ExpoManagement 2010, Jim Collins revelou algumas lições de bons modelos de Administração e cases de grandes empresas duradouras que conseguiram um desempenho superior ao longo do tempo. Veja as cinco grandes lições de Collins.
Lição 1 - Cuidado com o declínio.
Jim Collins destaca que as grandes responsáveis pelo declínio de uma organização são as próprias empresas. "Algumas empresas caem ou sobem e isso não é questão das circunstâncias, é questão da escolha consciente e disciplina", afirma.
Collins destaca que existem cinco estágios do declínio e que é preciso ficar atento a eles:
Estágio 1: O excesso de confiança proveniente do sucesso.
Estágio 2: A busca indisciplinada por mais (escala, crescimento, "aplausos"...)
Estágio 3: A negação dos riscos e perigos.
Estágio 4: A luta desesperada pela salvação.
Estágio 5: A entrega à irrelevância ou à morte.
Lição 2 – Seja um "líder nível 5"
   Um dos elementos que fazem com que uma empresa deixe de ser boa para ser excelente é a liderança. Para Collins, essa liderança deve ser baseada em tomadas de decisões corajosas, buscar fazer o melhor possível e, principalmente, ter humildade. "O ingrediente mágico entre os grandes CEOs não está em sua genialidade ou competência, mas em sua humildade e boa-vontade", explica.
   Jim Collins afirma que essas pessoas são consideradas os "líderes nível 5" e possuem as qualidades dos níveis anteriores. Nível 1: reúne as capacidades individuais. Nível 2: as de equipe. Nível 3: as de administração. Nível 4: reúne habilidades de liderança: capacidade de comandar, dar direção, mobilizar e transformar um grupo.
Lição 3 – Não fique arrogante com o sucesso
   A queda das empresas, muitas vezes, está na continuidade do modelo de gestão. Muitas empresas quando chegam ao sucesso mantêm o formato que lhes deu bons resultados e se acomodam, ou seja, não buscam inovar ou trazer algo diferente que agregue à empresa. "É preciso manter a empolgação, a auto-estima, criatividade e intensidade, mesmo quando tiver sucesso. Se as pessoas perdem isso, há possibilidade de declínio", afirma Collins.
   De acordo com Collins, foi assim que a Johnson & Johnson e a Page conseguiram se manter em mais de 100 anos de mercado.
Lição 4 – Não desmotive seus funcionários
   Jim Collins explica que é comum ouvir que é preciso motivar os funcionários da empresa. Mas, através de pesquisas em diversas organizações pelo mundo, ele constatou que as características dos funcionários contratados recentemente já indicam um grau de motivação natural nesses profissionais.
   Collins afirma, então, que a questão central não está na motivação desses funcionários, mas em não desmotivá-los. O guru diz que isso é possível quando a empresa está aberta a novas sugestões, encara outros projetos e dá as ferramentas necessárias para o andamento do trabalho.
Lição 5 – Escolha as pessoas certas
   "A habilidade executiva número um é escolher as pessoas certas e colocá-las nas posições certas", afirma Collins. Ele destaca que ter uma equipe comprometida com a empresa e ocupando os cargos ideais aumentam drasticamente as chances de o empreendimento dar certo.
   Collins indica que existem algumas características para saber se a empresa contratou o profissional certos. 
Entre elas estão:
- pessoas certas se encaixam nos valores da corporação;
- pessoas certas não precisam ser gerenciadas de perto;
- pessoas certas compreendem que não tem emprego, mas sim responsabilidade;
- Elas fazem 100% do que realmente se propõe a fazer;
- Elas têm uma enorme paixão pela empresa e pelo trabalho que exercem.

(Jim Collins, é um dos mais respeitado pensador do mundo de management da atualidade e considerado o sucessor de Peter Drucker. Jim Collins escreveu quatro livros – incluindo o clássico Built to Last, que registra 3,5 milhões de cópias vendidas em 29 idiomas e até hoje figura em listas de best-sellers.)

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

NO NOVO MILÊNIO, QUEM SERÁ ANALFABETO?


"O analfabeto do novo milênio não será quem não souber escrever, mas sim aquele que não souber aprender, desaprender e reaprender.  O analfabeto no futuro estará fadado a não ter trabalho, e para manter-se com trabalho os profissionais deverão se tornar eternos estudantes, a EDUCAÇÃO CONTÍNUA SERÁ INDISPENSÁVEL  a esse profissional." (Pirró e Longo, 2004)

sábado, 23 de outubro de 2010

"QUEREMOS MUDANÇAS NO CRA/PE." Esse era o nosso propósito"


“... Esse  é  o  momento de  avançar,  corrigir rumos e vencer a tempestade. Isso é possível quando se soma a determinação,   coragem e trabalho e se  conta  com a  competência  de Administradore s no planejamento das ações ,no acompanhamento da trajetória selecionada para se chegar ao outro lado, são e salvos”.
 (Adm. Roberto Carvalho Cardoso, Presidente do CFA, Revista Brasileir de Administração – Janeiro/Fevereiro de 2009)

Colegas Administradores, Bacharéis e Bacharelas em Administração, queridos estudantes da nobre profissão do administrar, me reporto a vocês para lhes dizer que, baseado no que vimos e ouvimos do nosso Presidente do CFA e depois de termos contato pessoal, de trabalho, em Brasília, acreditamos que o Conselho Regional de Pernambuco terá um novo amanhã, uma nova postura e que essa postura depende, tão exclusivamente de nossas ações para que se renove a credibilidade, a decência e, sobremaneira, a ética em nossas hostes da profissão do Administrar em Pernambuco.
Estivemos em Brasília, Adm. Marcos Leite e o Adm. Wanderley Pereira entregando ao Presidente do Conselho Federal de Administração - CFA, o “Relatório CRA/PE”, do que colhemos ao longo de 5 (cinco) meses de pesquisas sobre o CRA/PE.
Do referido relatório identificamos atos e ações deploráveis para o exercício da representatividade do nosso Regional.
Uma profissão digna e completa, como é a nossa de Administrador, não merece tais descaminhos, no que tange a Atos e Fatos acontecidos ao longo desses quase 20 anos de “feudo” dentro de nossa Regional.
Fomos muito bem recebidos por toda a equipe daquele Conselho Federal, tivemos um momento de trabalho com o Presidente, por quase 3 horas, e, retornamos com a sensação de que algo poderá ser feito em benefício de nossa briosa profissão no Estado de Pernambuco.
Para colocar em efeito nos ações iniciais, necessitamos do apoio de todos que desejam mudanças no Regional em Pernambuco, para se sentirem seguros e protegidos pelo guardião de nossa profissão: Conselho Regional de Administração em Pernambuco.
O apoio é o de se “fazer ouvir” pelo CFA, através de e-mail, através de cartas, através de ações que substanciem a promoção das mudanças que os Administradores pernambucanos procuram há mais de 20 anos.
Em breve espaço de tempo estaremos agendando 2 encontros dos Administradores, um em Garanhuns e Região, e, outro no Recife e Região, oportunidade em que apresentaremos nossas impressões acerca do CRA/PE de Hoje, e, do CRA/PE que queremos para o futuro.
Nos encontros serão apresentadas e colhidas “PROPOSTAS DE AÇÕES A SEREM DESENVOLVIDAS NA REGIONAL DE PERNAMBUCO”.
CAROS COLEGAS, PARA ALCANÇARMOS NOSSOS OBJETIVOS PRECISAREMOS DE APOIOS.
Enviem e-mail’s de apoio, a nossa ação (O RELATÓRIO ENTREGUE AO CFA), através dos endereços: gabinete@cfa.org.br ou gabin@cfa.org.br .
O referido Relatório, no momento, só poderá ser consultado através Conselho Federal de Administração – CFA. Não podemos dar publicidade, pessoalmente, porque compete ao CFA lhes dar ciência do que lhe foi entregue; assim evitamos contendas que possam prejudicar nossos propósitos de mudanças.
PS: INFORMAMOS QUE PROMOVEMOS AÇÃO JUDICIAL CONTRA O SINDICATO DOS ADMINISTRADORES DO ESTADO DE PERNAMBUCO, CUJO OBJETIVO É, TAMBÉM, PROMOVER AS MUDANÇAS NECESSÁRIAS, JÁ QUE SEUS DIRIGENTES SÃO OS MESMOS DO CRA/PE, A REFERIDA AÇÃO FOI TOMBADA NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO, SOB O Nº 001.2009.106207-2
Um forte abraço
Adm. Wanderley Pereira
CRA/PE – 5379         

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Pontencial 20%

Profissionais só exploram 20% do potencial produtivo; confira como avançar!
22 de dezembro de 2008
Por Flávia Furlan Nunes– InfoMoney

De acordo com o especialista em treinamento empresarial, palestrante e diretor da WK Prisma, Werner Kugelmeier, em média, o profissional explora apenas 20% do seu potencial produtivo. "O potencial é pouco explorado, muitas vezes, por ignorância ou inércia dos profissionais, que estão na zona de conforto".
Segundo ele, principalmente no final do ano, quando os profissionais estão em busca de uma efetivação (no caso dos estagiários) ou de uma promoção, em que o funcionário precisa fazer-se percebido por seu talento, é preciso explorar ao máximo o potencial produtivo.

Processo
Confira abaixo sete avaliações que o profissional deve fazer para se conhecer e, assim, explorar seu potencial:
• Auto-diagnóstico: o que gosto de fazer?
• Auto-avaliação: estou fazendo o que gosto de fazer, explorando meus pontos fortes?
• Benchmarking (busca de melhores práticas para um desempenho melhor): o quê, quando e onde posso aprender com elas?
• Aprender: reflita diariamente sobre seu aprendizado;
• Apanhar: saia da mesmice, do esquema, do controle e da burocracia;
• Avanço: pedir para profissionais de competência um feedback;
• Hábito: fazer de tudo uma rotina cíclica.
Vilões
Além de fatores internos, os externos também podem diminuir o potencial produtivo de um profissional. E-mails, mensagens instantâneas, perguntas de colegas e telefonemas inesperados. Quem consegue se concentrar diante de tantas interrupções? Pois saiba que estes são alguns dos principais "vilões" no ambiente de trabalho, já que fazem com que o profissional perca o foco durante o expediente.
Atualmente, as pessoas trabalham sob pressão constante e desenvolvem várias tarefas ao mesmo tempo, mas sem finalizar nenhuma. Sem saber lidar com os "vilões" da distração, a atenção no trabalho se anula e a concentração cai.
As conversas de corredor também são consideradas vilões. É claro que é interessante fazer contatos e até mesmo amizades no local de trabalho, mas nada de passar quinze minutos fazendo fofocas.
Reuniões a todo o momento também atrapalham a produtividade, ainda mais se gerarem discussões que não chegam a lugar nenhum. Além disso, problemas externos podem fazer com que o desempenho caia, como as questões familiares ou financeiras.