SOU e ESTOU...

SOU e ESTOU... Administrador, com CRA/PE 5379; Especialista em Gerência Empresarial - UNIVERSO/RJ; Consultor Contábil Financeiro UFPR/INDICARE; Consultor de Negócios; Perito Judicial e Extra Judicial; Prof. na Fundação Bradesco - FADURPE/UFRPE (Gestão Agropecuária e Agroindustrial, Empreendedorismo, Sustentabilidade e Administração Rural); Prof. de Espanhol; Palestrante e estudioso do Empreendedorismo, Associativismo e Cooperativismo, voltado para o DESENVOLVIMENTO LOCAL SUSTENTÁVEL.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Carol Allen: Uma jovem politizada.

Esse texto publicado pela minha sobrinha, Carol Allen, nos remete à uma grande reflexão. Sem firulas, sem palavras acadêmicas, porém palavras que retratam o pensamento de uma jovem politizada e "antenada" com o que está acontecendo ao nosso redor.
 
"É só mais uma pseudo intelectual que culpa as mazelas brasileiras à um evento esporádico. Não querer que a copa dê certo porque o Brasil passa por dificuldades sociais é estupidez e um subterfúgio para desviar a culpa dos verdadeiros causadores de tudo: NÓS, pessoas votantes!"
Só agora com a Copa que as pessoas estão enxergando as mazelas de nosso país? Isso sim é hipocrisia. Porque o brasileiro tem que sacrificar sua festa tradicional, reunir a família, amar um esporte pois muitos não enxergam que o problema não está na copa e sim naqueles que colocamos em Brasília. Sofro sim pelo Neymar, grande esportista brasileiro, sofro também por muitos que não sabem votar, pelo desvio de dinheiro público, pelas péssimas condições do SUS e da saúde. Sou Brasileira, sofro por muitas coisas.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

LICENÇA MATERNIDADE: um santo remédio para a saúde do recém-nascido.

noticias.uol.com.br


Tenho lido, bastante, estes comentários, em nossa GARANHUNS, sobre redução dos dias da licença maternidade para 120 (no âmbito municipal) depois de tantos e tantos tempos sendo 180 dias; acho um contrassenso, essa atitude. Sabem o por quê? Por que vai de encontro a Estratégia Nacional para a Promoção do Aleitamento Materno e a criança com a assistência maternal, por mais tempo, desafoga os atendimentos pediátricos e, consequentemente, diminui a incidência de doenças  materno infantil.  Se verificada a Lei 11.770, de 2008, só vigorada pra valer a partir de 2010, no âmbito federal e que foi estendida para as demais administrações públicas – vemos que pode haver compensatória para tais procedimentos, no que diz respeito a valores financeiros (salvo não me engano)  para quem institui tal ação.  Restava ao município (em seus poderes legislativo e administrativo),  antes de causar esse pandemônio todo,   analisar os fatos e buscar meios para suprir (já que estava  em vigor) a parte financeira decorrente da continuação do benefício.  Ora, a forma compensatória viria, sem sombra de dúvidas, através do “desafogo” nos PSF e não ensejaria faltas constantes (o que acontecerá: atestados de saúde para acompanhar filho doente) das mães  que, por força da maternidade e amor, não abririam mão de cuidar de seus “rebentos”. Senhores Gestores Públicos e Legisladores fiquem atentos, pois a precipitação é nociva e redunda em acertos que, embora possam ser feitos, denota a falta (acurada) no trato público. Ouvi falarem  da Lei de Responsabilidade Fiscal, então porque não mexer  nos Cargos Comissionados, para equacionar e fugir desse óbice?  Por que não enxugar secretarias, transformando em divisões, para diminuir o custo com pessoal? Tem tanta coisa que pode ser mexida... BASTA A BOA VONTADE, CONHECIMENTO TÉCNICO e VONTADE POLÍTICA DE FAZER.
O que, na minha “parca” leitura, transparece é, logo... Logo, o aparecimento de uma atitude salvadora que terá alguém como o idealizador e será alçado ao “santificado” por tal atitude, com o povo gritando: AVE SALVADOR!

domingo, 11 de maio de 2014

"IN MEMORIAM"



MÃE, hoje é o teu dia...  Já não está aqui, você está  cumprindo os desígnios de DEUS e não é por esta distância nem porque é este o TEU DIA que me lembro de você, não!  Você é lembrada todos os dias.
Quiseram que este dia fosse consagrado a você e a todas as MÃES, que fosse o dia de exaltar o teu nome, mas para mim não é só este o dia de tua exaltação e sim todos os dias de minha vida o são para exaltar a tua bondade, o teu carinho e afeto, a tua solidariedade e, acima de tudo, teu sacrifício quando por minha causa passaste o que só a ti estava reservado pela natureza.
Mãezinha querida, nesta data  – em lembrança, já que não estás mais presente fisicamente – quero expressar, mais que em outros dias,   o amor e a ternura que continuo sentindo por ti.
Você foi  uma doçura em nossas  vidas, razão de existir de cada um de nós, filhos teus; tu  foste, não! Tu és o TESOURO que nós perdemos, mas que iremos encontrar na eternidade, assim que o nosso dia chegar.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

VI!




"Tão linda, tão esquecida" - Nossa Garanhuns.

"Ainda há uma luz tênue, no horizonte, porém AINDA HÁ!"

Pelo que tenho visto e analisado (claro que temos que analisar para formar um juízo de valor),  nas políticas públicas desenvolvidas, no estado, estão desprezando a gestão estratégica de logística e, nisso, esquecem Garanhuns  – tão privilegiada; basta que vejamos a posição geográfica em relação a Pernambuco e outros estados limítrofes. Ora, se buscassem investir em qualquer ramo industrial, Garanhuns tem uma  posição ímpar - em termos de localização (escoamento e chegada de matéria prima seriam de fácil operacionalização); o clima ameno, juntamente com suas águas minerais; mão de obra “barata” -  é só ofertar treinamento; um excelente polo educacional e condições espetaculares para o desenvolvimento da agroindústria e agronegócio. Sabe o que nos falta?  Políticos, gestores, que busquem um Planejamento Estratégico (não para hoje ou  daqui a  duzentos anos, mas um que contemple o curto prazo – para as necessidades preeminentes, médio prazo – para dar resposta aos anseios de postos de trabalho e as necessidades básicas da pirâmide de Maslow e, logo prazo – para a sedimentação da sustentabilidade e se mostrar para todo o Brasil; dizendo que o curto é para “ontem”, o médio é para “amanhã” e o longo para “depois de amanhã”... exagero, porém necessitamos de urgência)  e que este planejamento tenha uma Gestão  Estratégica continuada. SÓ ISSO!